Você sabia que uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio no mundo, chegando a 800 mil mortes por ano? Confira alguns dados sobre suicídio:

Só no Brasil, são registrados anualmente 12 mil suicídios, chamando a atenção para o aumento da tendência de suicídio em 12% nos últimos 5 anos, mais comum entre adolescentes e jovens de 15 a 29 anos.

Das tentativas de suicídio registradas em nosso país no período entre os anos de 2011 a 2016, 69% ocorreram entre mulheres.

Quando se analisam os números de morte provocadas por suicídio, no entanto, a situação se inverte:  21% ocorreram entre mulheres e 79%, entre homens.

As taxas de suicídio também são elevadas em grupos vulneráveis que sofrem discriminação, como refugiados e migrantes, indígenas, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI). De longe, o fator de risco mais relevante para o suicídio é a tentativa anterior.

Entretanto, grande parte desses atos tem, de alguma forma, relação clara com os transtornos mentais.

Os distúrbios mais comuns são a depressão, a esquizofrenia e os transtornos psicóticos. O abuso de drogas e o alcoolismo também representam uma parcela considerável de influência na ideação suicida.

Mas as causas não se limitam apenas aos fatores perceptíveis. Em algumas situações, não é tão fácil identificar, com precisão, os sinais que podem alimentar gatilhos ligados ao aumento do suicídio entre jovens.

A importância do Setembro Amarelo

Com tudo isso, o principal objetivo da campanha Setembro Amarelo é a conscientização sobre a prevenção do suicídio, buscando alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e no mundo. A melhor forma de se evitar um suicídio é através de diálogos e discussões que abordem o problema.

Durante todo o mês de setembro, ações são realizadas a fim de sensibilizar a população e os profissionais da área para os sintomas desse problema e para a saúde mental

Assim, fazendo-os entender que isso também é uma questão de saúde pública. Infelizmente para muitos, o suicídio ainda não é visto como um problema de saúde pública, mas sim uma espécie de fraqueza de conduta ou personalidade.

Não devemos manter estes dados sobre suicídio apenas em setembro. A prevenção do suicídio e o apoio a quem está sofrendo de alguma forma deve ser feito o ano todo.

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Sobre mim

Dr. José Dircksen é um profissional que atua no ramo de atividade de Psiquiatria e Medicina Psicossomática.

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