Em momentos delicados da saúde mental, uma das opções que se faz necessária para melhor efetividade do tratamento é a internação psiquiátrica.

A definição da ação é feita primeiramente pela equipe médica, em conjunto com a família e o próprio paciente. Em alguns casos, porém, como o paciente não tem condições de se autoavaliar, é necessária a internação compulsória ou involuntária.

A internação voluntária, conforme o próprio nome já diz, é a ação do pedido de internação com o consentimento do paciente. A disposição para se tratar tem uma influência inegável na recuperação de seu transtorno. Esse tipo de internação pode tranquilizar o paciente, sua família e até mesmo, o próprio médico.

No caso da internação involuntária, pode ser realizada sem o consentimento do paciente e a pedido de terceiros. Habitualmente, são os familiares que solicitam a internação do paciente, mas é possível que o pedido venha de outras fontes.

Há também a internação compulsória, em que não é necessária a autorização familiar. Que determina é um juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a própria condição psicológica e física.

Para os que não possuem dependência em substâncias psicoativas, a internação psiquiátrica somente é recomendada em casos em que o paciente corre o risco de cometer suicídio, ou quando ocorrer surtos de psicose que tornam a pessoa agressiva ou violenta, oferecendo perigo para si próprio ou para terceiros.

Como lidar com a internação?

Atualmente quase todos os tratamentos psiquiátricos podem ser levados a diante em consultórios ou ambulatórios, com os pacientes permanecendo nas suas residências e até se mantendo em suas atividades habituais.

Em todos os casos de internação psiquiátrica existe um diagnóstico, e a partir dele um prognóstico, ou seja, uma previsão do tempo de recuperação.

Porém, o tempo é muito variável e dependerá de inúmeros fatores, desde a qualidade do tratamento oferecido até à resposta do organismo e da pessoa ao tratamento.

Uma das vantagens do tratamento com internação é que o paciente receberá acompanhamento médico o tempo todo, o que geralmente colabora para um rápido restabelecimento, pois o tratamento e a medicação serão feitos de forma correta e no tempo certo.

Apenas uma avaliação feita pelo psiquiatra pode dizer qual o tipo de internação é necessário para cada pessoa. Em caso de dúvidas, procure orientação.

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Dr. José Dircksen é um profissional que atua no ramo de atividade de Psiquiatria e Medicina Psicossomática.

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